


Mistura fina de coisas que nos vêm à cabeça, envolvido por situações reais e com um pequeno toque de nada que se aproveite...

Ora bem, ou mal
Cá estou eu outra vez.
Para além de meia da dúzia de navegadores, um rei recordista do Guinness que batia na mãe, e a contracena do Cristiano com o Simpson num existe mais ninguém de relevo neste pais.
Não que goste de Saramago(só num vejo os erros gramaticais como genialidade), mas
AO SEU, O SEU MÉRITO
Afinal de contas conseguiu o prémio Nobel da literatura.
Já o nosso Cavaco que ninguém ouve e raramente se manifesta lá acabou por meter água.
Que raio de “fruta madeirense famosa” é que não vem prestar condolências a alguém que ostenta um prémio Nobel.
Ainda para mais um nascido no seu pais.
Ora como sempre suspeitei o nosso PRESIDENTE não é melhor que os nossos SELECIONADORES nacionais de futebol.
Condolências (Saramago1922-2010) !!!
“FeStA” para alguém que se tornou imortal.
well this guy i am getting to know
he seems to Be a very decent fellow
he is kind... likes helping his friends
is a true friend and somone who can Be counted on
he
is sensitive
although he proBebley say he is not
when he loves he loves whole heart edly
caring and compasionate
at times he feels a little lost
is trying to find his place in the world
but what he doesnt realize is that he already has
this person is someone i am proud to call friend
signed,
one of my friends
Desculpem lá mas o texto é mesmo em inglês e como a redacção num pode pagar a um tradutor é publicado mesmo assim…
FESTA!!!
Cientistas acabam de revelar o mecanismo por trás desse fenómeno, abrindo um nova frente na tentativa de criar uma vacina contra a sida.
A descoberta, descrita num estudo na revista Nature, é fruto de um trabalho conduzido por cientistas da Universidade Harvard e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).
O grupo descreve como usou uma ampla estratégia, que incluiu uma simulação do sistema imunológico por computador e testes genéticos em pacientes, para obter os seus resultados.
A mutação estudada pelos cientistas é identificada pela sigla HLA B57. Esta faz com que os linfócitos, células de defesa do sangue, actuem de forma mais abrangente. Estes são capazes de capturar vírus que sofreram mudanças e poderiam passar despercebidos pelo sistema imune.
A vantagem da mutação por si só já era conhecida. Mas, sem saber o seu mecanismo de acção, os cientistas não tinham como tentar fazer uma vacina que imitasse essa estratégia.No novo estudo, porém, os investigadores mostram como a HLA B57 induz a produção de linfócitos que reconhecem e atacam até mesmo o HIV «disfarçado».
O truque para o linfócito com a mutação reconhecer o HIV é que, em vez de fazer a busca usando um conjunto grande de características do vírus, ele identifica-o usando só um pequeno pedaço das proteínas que o recobrem - um peptídeo.
Ao simplificar o processo, o sistema imune corre o risco de atacar células do próprio organismo, causando doenças. Mas, em compensação, ele não deixa de atacar o HIV porque o vírus mudou só um pedaço da sua enorme casca de proteínas.Normalmente, os linfócitos que agem como polícias «paranóicos» - são destruídos pelo organismo. Nos pacientes com a HLA B57, porém, eles são livres para agir, porque não saem à caça dos vírus carregando uma lista grande de características, evitando um pouco o excesso de ataques a «inocentes». Para comprovar a teoria, os investigadores fizeram testes de ADN em pacientes portadores de genes com características similares ao HLA B57. Neste grupo, aqueles que haviam contraído o HIV dificilmente desenvolviam a doença. Quase 2.000 pessoas foram avaliadas no trabalho.
Segundo Bruce Walker, um dos líderes do estudo, a descoberta levou tempo porque necessitou que um grande conhecimento sobre a estratégia de acção do vírus se acumulasse.
«O HIV está a revelar-se aos poucos», disse, em comunicado à imprensa. «Isso é mais um ponto a favor da luta contra o vírus, mas ainda temos um longo caminho pela frente.»O trabalho dos cientistas recebeu um elogio público de David Baltimore, Prémio Nobel de Medicina de 1975, que hoje estuda HIV e imunologia.
«Este é um estudo notável porque parte de uma observação clínica, integra-a a observações experimentais, gera um modelo [hipótese] validável e deriva deste um profundo entendimento sobre o comportamento do sistema imune humano», escreveu o cientista.Não foi espetar uma agulha no mamute e retirar uma amostra de sangue, mas o efeito acabou por ser o mesmo. Depois de sete anos a desenvolver a técnica necessária, cientistas canadianos e australianos conseguiram pela primeira vez trazer de novo à vida proteínas de sangue de mamutes mortos há mais de 25 mil anos.
Só por si, foi uma proeza. Mas esta foi também uma descoberta do tipo dois em um: ao analisar a hemoglobina daquela espécie extinta, a equipa conseguiu perceber por que motivo os mamutes não tinham frio.
Num artigo publicado na edição deste mês da revista Nature Genetics, a equipa liderada por Kevin Campbell, da universidade canadiana de Manitoba, e por Alan Cooper, que dirige o Australian Centre for Ancient DNA, na Universidade de Adelaide, Austrália, explica como fez para ressuscitar o sangue de mamute, de forma a poder analisá-lo.
A ideia partiu de Kevin Campbell, que propôs a Alan Cooper que trabalhassem juntos. Este aceitou, mas como explicou ao ABC News da Austrália, a princípio não acreditou que a ideia pudesse funcionar. Alan Cooper acabou por se enganar.
Para recriar a hemoglobina dos mamutes, os investigadores retiraram ADN (informação genética) dos ossos de três animais que foram encontrados no permafrost (solo permanentemente gelado) da Sibéria e que viveram há entre 25 mil e 43 mil anos. Depois converteram as sequências de ADN em sequências de ARN (ácido ribonucleico, que codifica nas células a ordem para a produção de proteínas). Neste caso, os investigadores obtiveram o código para a produção da hemogobina que, no sangue (nos glóbulos vermelhos), tem por função fazer o transporte do oxigénio para os tecidos.
Em seguida, a equipa ins- talou esse ARN em bactérias E. coli que obedientemente passaram a funcionar como fábricas para a produção da hemoglobina de mamute.
"Foi como se tivéssemos viajado até há 30 mil anos, para podermos espetar uma agulha no mamute e lhe retirar o sangue", explicou Alan Cooper, sublinhando que "isto é verdadeiramente paleobiologia, uma vez que podemos estudar como estes animais funcionavam, como se ainda fossem vivos hoje".
Com essa hemoglobina fresca nas mãos, os investigadores trataram então de analisá-la. E o que descobriram foi que ela tinha alterações que lhe permitiam transportar o oxigénio sem problemas em condições de frio intenso. Algo que não acontece no nosso sangue, por exemplo. Ou no sangue dos elefantes, os primos modernos dos mamutes. Em condições de temperaturas muito baixas , a hemoglobina move-se de forma muito lenta e não consegue fazer o transporte das moléculas de oxigénio de forma eficiente, o que pode levar à morte.
O sangue dos mamutes estava, portanto, adaptado ao frio: a sua hemoglobina não era sensível a ele. Os cientistas pensam que as alterações que encontraram, e que permitiram essa adaptação da espécie à vida no Árctico, há milhares de anos, surgiram depois de o antepassado comum dos mamutes e dos actuais elefantes (que era originário da África central) ter migrado para norte, há dois milhões de anos. Graças a essas alterações genéticas, o sangue não gelava nas veias dos mamutes.
Fonte: DN Ciência por FILOMENA NAVES