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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aconselhamento Paternal – Nem tudo o que parece é.

PSD7PPD

Em primeiro lugar perguntámos o que leva um partido criado após o ano de 1974 mudar de nome…Nada mais fácil…

Popular--   1.respeitante ou pertencente ao povo   2.próprio do povo   3.usado ou frequente entre o povo; vulgar   4.que se dirige ao povo; feito para o povo    5.promovido pelo povo   6. que agrada ao maior número de pessoas   7. que goza do favor público    8. democrático

Social--   1.pertencente ou respeitante à sociedade   2.que vive em sociedade   3.que gosta de viver em sociedade, sociável   4.referente a uma sociedade comercial ou industrial   5.diz-se dos problemas relativos à organização e à satisfação das necessidades dos indivíduos em sociedade

Por esta altura já perceberam que POPULAR e SOCIAL não significa bem a mesma coisa. Resumindo, popular está para classe baixa assim como social esta para classe alta.

Mas o que me leva a  escrever hoje e outro género de ilusão: A carta do Director do Gabinete de Estudos Nacional do PSD. Passo a explicar descrevendo cada paragrafo, qual linguista esmiúça a obra de Camões.

Portugal está confrontado com problemas sérios no modo como gasta os seus recursos financeiros, como gasta o seu dinheiro ou como não o poupa.(Até aqui num tínhamos nada agora estamos endividados até ao pescoço.) 

Precisamos de serviços públicos mais eficientes, mais ágeis, mais capazes de funcionar com qualidade evitando desperdícios. (Não interessa escrever no livro de reclamações dum serviço do estado, a entidade reguladora é do mesmo patrão)

Pensamos que todos os Portugueses podem colaborar neste desafio de colocar o Estado a fazer melhor gastando menos. Aqueles que trabalham nos serviços públicos locais, regionais ou centrais podem seguramente sugerir formas adequadas de cortar em despesas não essenciais para o funcionamento dos seus Serviços. Todos os que se relacionam com os diferentes serviços públicos podem também sugerir modos de optimizar o respectivo funcionamento. (Evite-mos as reclamações, dada a taxa de abstenção do nosso pais, se 30% de vós sugerir uma redução de custos por um motivo qualquer, vamos reduzir certamente os custos, e 70% da população vai continuar cegamente satisfeita.)

Acreditamos que com as sugestões e propostas que nos remeterão conseguiremos estruturar um melhor plano para reduzir a despesa. (O nosso problema não é encaixar o dinheiro fruto dos impostos mas fazer-vos acreditar que temos muitas despesas, para justificar o aumento destes.) 

Comprometemos-nos a analisar as sugestões, sector a sector e de forma global, e a elaborar uma síntese que será entregue na Assembleia da República. (Esta parte não é ilusória só desta forma acredita-mos que se podem concretizar todos os pontos anteriores.)

Ajude Portugal a cortar na despesa sem comprometer a qualidade dos serviços públicos. ( Ao final de 36 anos resolvemos assumir uma posição favorável a toda a democracia social só porque o popular continua sem nos entender.)

É o desafio que lhe lançamos. (Se formos eleitos escusa-mos de culpar a oposição.) 

Muito obrigado pela sua participação.

José Manuel Canavarro
Director do Gabinete de Estudos Nacional do PSD

Classifique o âmbito da proposta que pretende apresentar: Âmbito transversal (aplicável em todos ou em vários sectores, organismos e empresas)  Âmbito sectorial (aplicável numa determinada área de actividade do Estado e respectivos organismos) Âmbito de um serviço específico (aplicável num determinado organismo ou empresa pública) È desta forma que classifico toda estrutura da proposta valida para todos os âmbitos porque assim será independentemente do partido. ass: montereal

domingo, 21 de março de 2010

Ridendo Castigat Mores

Alguns LEGUMES escreveram para aquela coisa...
Como se chama?...
Provedor de qualquer coisa, o senhor do radio (estarei burro...).
-Vá lá eu disse que ia ser a doer!!!
Provedor do ouvinte.
Reclamavam sobre alguns programas de cariz cómico que passam em horário nobre (prime time(horário de mais audiência)), por utilizarem linguagem obscena e difamarem algumas pessoas de relevo.
O senhor informou-se e passou no seu tempo da antena uma conversa com N.A.S. director das PFs ao que este respondeu, e muito bem, que fazer comédia era como ser bobo na Idade Média; ao minimo deslize corta-se a cabeça mesmo que se tenha piada.
Ora eu no seu lugar não respondia.
Eu nesta situação RETALIAVA. Como?
Com a referência a um sábio com provas dadas, Molière (o senhor das pancadas) guru da comédia satírica.
Rindo castigam-se costumes ou em latim Ridendo Castigat Mores.
Da comédia italiana para uma peça de Molière não se sabe bem a origem da frase.
O que é certo e que está correcta e aplica-se, que seria de Gil Vicente ou dos Monty Pyton se não crucificassem alguém e usassem um ou outro "palavrão".

Lá que não gostem ou percebam comédia estou como o outro. Agora, por favor, não encomodem o provedor ou penssam que o homem esta lá para ser mediador de legumes.

Quando não agradar percam a perguiça, mudem a frequência do equipamento e assim já não tenhem de ouvir (ou se calhar querem uma radio pública com 10000000 de emissões.