sábado, 30 de outubro de 2010

Fãs do esgoto!!!

bc_hc MULTID~1

Antes de ser um blog para os Fãs o Esgoto é um escape das mentes dos redactores, mas como temos a percepção de que isto vai crescendo, e que de facto algumas pessoas esperam por mais tenho de vos agradecer.

Para vos agradecer proponho que partilhem ideias, conceitos, delírios que vos possam surgir (com a devida assinatura para que haja lealdade), por forma a podermos partilhar mais informação para vossa satisfação.

Como é do conhecimento dos leitores vale quase tudo. forma de escrever, ideais, crenças, conspirações e até formas de estar na sociedade.

E por já sermos 180 e mais alguns e esperar-mos atingir a fasquia dos 250 antes do fim do ano. agradecemos a colaboração.

Politica, Religião, Economia, Sociedade, aceitamos todo o tipo de ideias desde que os redactores se sintam a vontade a discutir o Tema.

Não tem de se gostar, o lema já sabem quem gosta, gosta, quem não gosta tem mau gosto.

Um obrigado especial  para o Estrunfe que tem ajudado na divulgação.

E por falar em Estrunfe também somos serviço público e fazemos as nossas divulgações ou seja Dia 13 de Novembro na sala 2 por 1e estou no Hard Club a apoiar “a banda” [BL!ND CHARGE] e conto com os nossos fãs sim porque a musica em Portugal é como esgoto ainda ta a crescer…   

A vós OBRIGADO.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aconselhamento Paternal – Nem tudo o que parece é.

PSD7PPD

Em primeiro lugar perguntámos o que leva um partido criado após o ano de 1974 mudar de nome…Nada mais fácil…

Popular--   1.respeitante ou pertencente ao povo   2.próprio do povo   3.usado ou frequente entre o povo; vulgar   4.que se dirige ao povo; feito para o povo    5.promovido pelo povo   6. que agrada ao maior número de pessoas   7. que goza do favor público    8. democrático

Social--   1.pertencente ou respeitante à sociedade   2.que vive em sociedade   3.que gosta de viver em sociedade, sociável   4.referente a uma sociedade comercial ou industrial   5.diz-se dos problemas relativos à organização e à satisfação das necessidades dos indivíduos em sociedade

Por esta altura já perceberam que POPULAR e SOCIAL não significa bem a mesma coisa. Resumindo, popular está para classe baixa assim como social esta para classe alta.

Mas o que me leva a  escrever hoje e outro género de ilusão: A carta do Director do Gabinete de Estudos Nacional do PSD. Passo a explicar descrevendo cada paragrafo, qual linguista esmiúça a obra de Camões.

Portugal está confrontado com problemas sérios no modo como gasta os seus recursos financeiros, como gasta o seu dinheiro ou como não o poupa.(Até aqui num tínhamos nada agora estamos endividados até ao pescoço.) 

Precisamos de serviços públicos mais eficientes, mais ágeis, mais capazes de funcionar com qualidade evitando desperdícios. (Não interessa escrever no livro de reclamações dum serviço do estado, a entidade reguladora é do mesmo patrão)

Pensamos que todos os Portugueses podem colaborar neste desafio de colocar o Estado a fazer melhor gastando menos. Aqueles que trabalham nos serviços públicos locais, regionais ou centrais podem seguramente sugerir formas adequadas de cortar em despesas não essenciais para o funcionamento dos seus Serviços. Todos os que se relacionam com os diferentes serviços públicos podem também sugerir modos de optimizar o respectivo funcionamento. (Evite-mos as reclamações, dada a taxa de abstenção do nosso pais, se 30% de vós sugerir uma redução de custos por um motivo qualquer, vamos reduzir certamente os custos, e 70% da população vai continuar cegamente satisfeita.)

Acreditamos que com as sugestões e propostas que nos remeterão conseguiremos estruturar um melhor plano para reduzir a despesa. (O nosso problema não é encaixar o dinheiro fruto dos impostos mas fazer-vos acreditar que temos muitas despesas, para justificar o aumento destes.) 

Comprometemos-nos a analisar as sugestões, sector a sector e de forma global, e a elaborar uma síntese que será entregue na Assembleia da República. (Esta parte não é ilusória só desta forma acredita-mos que se podem concretizar todos os pontos anteriores.)

Ajude Portugal a cortar na despesa sem comprometer a qualidade dos serviços públicos. ( Ao final de 36 anos resolvemos assumir uma posição favorável a toda a democracia social só porque o popular continua sem nos entender.)

É o desafio que lhe lançamos. (Se formos eleitos escusa-mos de culpar a oposição.) 

Muito obrigado pela sua participação.

José Manuel Canavarro
Director do Gabinete de Estudos Nacional do PSD

Classifique o âmbito da proposta que pretende apresentar: Âmbito transversal (aplicável em todos ou em vários sectores, organismos e empresas)  Âmbito sectorial (aplicável numa determinada área de actividade do Estado e respectivos organismos) Âmbito de um serviço específico (aplicável num determinado organismo ou empresa pública) È desta forma que classifico toda estrutura da proposta valida para todos os âmbitos porque assim será independentemente do partido. ass: montereal

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

1 minuto de briefing...






Após um retiro espiritual, ou melhor dizendo, merecidas férias (sim, porque eu conseguiria estar de férias o ano todo) estou de volta ao meu próprio "reality show",
sendo este cheio de coisas em que nem sequer podemos ver no mesmo tipo de programas apresentados por estações de televisão independentes cujos apresentadores
são os bobos da Corte, reality show este em que o cinismo, o humor, a criatividade bem como a "lei da selva" predomina.
Mais uma vez pude constatar que a a famosa "crise" não existe, calma, quem vos contou essa, enganou-vos! A malta continua a ter "granel" para gastar! Aconselho vivamente aqueles senhores de fato e gravata a não analisarem contas bancárias mas sim a espreitarem debaixo dos colchões das pessoas, pois a cerveja na Baixa Portuense continua a 1€ e
obviamente os consumidores não pagam com cartão de crédito essa importância bem como os comerciantes não se dispoêm a pagar comissões aos bancos pela utilização dos terminais Multibanco para o pagamento dessas mesmas simbólicas quantias! A malta quer simplesmente que baixem o preço da Super Bock, e que as roullottes do Freixo continuem a servir Bifana á Lavrador como servem (embora devam aperfeiçoar o molho acrescentando um toque mais "hot spicy")! A crise só foi inventada por aqueles que já
não ganham rios de dinheiro ás custas de quem pouco tinha e sem nada ficou! Quanto ás forças de segurança pública, esqueçam, já não param nas bombas da BP, agora concentram-se na roullotte da estrada de Entre-os-Rios junto ao entroncamento de acesso á Estrada D. Miguel, 3 carros em 5m, 6 agentes altamente treinados para desfazer qualquer bactéria que se intrometesse entre si e o seu prego em pão especial! Entre tudo isso, Festa foi a palavra de ordem em duas semanas em que as beach party´s, paragens nas box´s, amizade e convívio, animação e loucura nao faltaram sempre com a presença de pessoas que me são importantes por diversas razões, apareceram ainda caminhadas de muletas pela Baixa Portuense, muito Red Bull á mistura, campeonato de matrecos, gastronomia variada conceito "colestrol non-friendly", tentativas de "flashadas" a 200km/h nos radares da VCI, condução "no-destiny" e ainda por duas vezes o Maximu´s fechado!
Leva-me a crer que as próximas férias serão já a disfrutar do prémio do Eurotostões desta semana, Deus me castigue e me saia mesmo!
Aproveito também para felicitar este fantástico blog com a publicação nº 100!
E (F)esta, hein?



Cump,
FT

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Opiniões que deviam ser mais públicas

Disse Teixeira dos Santos:
“O Governo apresentou hoje propostas duras -- direi mesmo dolorosas -- de corte na despesa para todos os portugueses. Se [na oposição] não querem que se aumentem os impostos, eu desafio quem acha que se deve cortar mais na despesa a dizer em que mais é que se pode cortar na despesa para evitar aumentar os impostos.”

Eu tenho uma ideia: acabas com o Subsídio de Reinserção Social e com o Subsídio de Desemprego e deixas quem trabalha em paz. Assim já não tinhas metade do país a sustentar a outra metade. Até conseguias baixar os impostos.

Mas isso não te interessa, pois não? Porque quem não trabalha tem tempo para se manifestar. E se tiras a quem não faz nenhum, tens DEMASIADA gente revoltada contigo e já não ganhas eleições. Pois!

Eu gostava que houvesse alguém com eles no sítio pela Assembleia que te dissesse isso. Mas quem lá está tem o mesmo medo que tu. É uma pena!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Parabéns

parabens_ch

Reza a epopeia que há 26 anos atrás foi parido mais um, que no meio de outros tantos do mesmo século viriam a partilhar um calvário de sofrimento, ser Português e não ser rico. O que faria deste homem especial anos mais tarde foi cruzar-se com um outro homem de intelecto superior (EU EU EU EU) ….  é nesta altura por meados da nova década de 10 que se torna meu amigo….. o que me  obriga a fazer homenagens lamechas como esta…

Por Tanto, meu grande (parte em que entram aqueles nomes que te costumo chamar), os meus sinceros PARABÉNS.

Isto é para o Filipe Teixeira.

OLHAI Rir faz bem…Suaviza o que há de Errado…

AMENTIRA

Foi pena não podermos publicar os nomes mas estes dois senhores têm óptimos pontos de vista. Isto é um dialogo quase de Génios…Não posso de certa forma, não estar de acordo com estes senhores… Está na hora de abrirmos o olho que temos no meio da cabeça…

  • BBBBBB    O Português é um povo estúpido ...pelo simples facto... de que permite ser gozado pelo estado ! !

  • LLLL           Lololololololololkkkkkkkkkkkk

  • BBBBBB    Em França ‘tá o pessoal nas ruas e se for preciso rebentam com tudo ! CORAGEM TUGAS ...CORAGEM!!!!

  • LLLL           Estas-te a passar a França num vale nadinha meu, aquela merda é só girassóis. Prefiro ter um povo de merda do que um ministro de merda

  • BBBBBB    LLLL ...É isso que estou a dizer ...o povo ta a ir a rua ... é isso que é preciso aqui !

  • LLLL           Espera ai que num estamos sintonizados...O nosso problema é que temos um povo de merda, o deles é que têm um ministro de merda... são coisas diferentes...

  • BBBBBB    Ui ? e nos não temos ? fogo ... este governo é uma palhaçada ! era uma extermínio deles todos

  • LLLL           E mudar um povo que vive a sombra de feitos quinhentistas demora mais 500anos... já num é para mim nem para ti...

  • LLLL           Nós num temos um ministro de merda....temos um enganador...que é diferente...

  • BBBBBB    Vais ver se não é ...isto só com uma ditadura ..

  • LLLL           E há mais o mal já vem desde 74 quando deviam ter dado o xarope ao furão e ao sóares

  • LLLL           Lolololololololololkkkkkkkkkkk???

  • BBBBBB    Doasse agora ! tira-se a tosse a essa merda toda

  • LLLL          Não tomo Partidos mas se quiseres ajuda para uma revolução avisa...não faço trabalho sujo mas arranja-se quem faça...

  • BBBBBB    Vou ter que apagar isto eheheh gostei da conversa :=)

  • LLLL           Quem muda, muda sempre para melhor

  • Táxi à moda de Chicago

    Como vocês bem sabem alguns dos redactores deste blogue são aficionados do automobilismo…

    Como gostamos de dormir mais cinco minutos achei bem sugerir que nos mudássemos  para Chicago.

    Pois assim já seria possível dormir os ditos cinco minutos e mais uns trocos….

    Em Alternativa com  o Prémio em dinheiro, em notas não marcadas que a Academia Sueca gentilmente nos Atribui anualmente…

    Podemos sempre adquirir o novíssimo Lamborghini LP570-4

     LP570-4

    sexta-feira, 3 de setembro de 2010

    Career Tips

    Como referi no artigo anterior da rubrica Career Tips, as melhores oportunidades profissionais surgem no seio das relações mais próximas que nutrimos. Assim, hoje vou falar sobre networking, trabalho no qual se incluem as amizades e relações familiares que desenvolvemos naturalmente, mas que se alarga a qualquer contacto directo ou indirecto que outras pessoas podem ter connosco, em pessoa ou através do nosso nome, trabalho ou boatos.

    Networking é essencial, hoje em dia, para quem quer empreender, principalmente num país pequeno e recheado de trilhos e atalhos como o nosso. É preciso que as pessoas com quem nos relacionamos saibam quais as nossas áreas de interesse, que projectos estamos ou desejamos desenvolver, quais os nossos pontos fortes. No caso de conheceram uma oportunidade ou projecto que se enquadre nos nossos interesses ou competências, essas pessoas vão recordar-se de nós e sugerir-nos ou contactar-nos. Por isso, quando abordarem as áreas ou projectos de interesse, façam-no com paixão e conhecimento. Vai transmitir uma imagem de potencial, verdadeiro empenho e confiança. É exactamente isso que vai fazer com as pessoas se lembrem de vocês para a oportunidade que surgir.

    Mantenham contacto com professores ou ex-chefes ligados à área que mais vos cativa. Eles saberão das oportunidades e lembrar-se-ão mais rapidamente do vosso nome se for um nome do presente e presente. Para além disso, tentem conhecer pessoas ligadas o mais possível à área. É uma forma de fazer amigos e/ou contactos profissionais. Para isso, podem ser úteis workshops, formações específicas, conferências, entre outros eventos. É um investimento em formação, mas também uma situação de networking.

    Reparem que a palavra "networking" é utilizada no gerúndio. Isso indica-nos algo muito importante: é um trabalho contínuo e que não deve ser descontinuado. Não é porque já temos um projecto ou porque estamos empregados que, de um dia para o outro, inesperadamente, nos vemos sem isso. Continuem a embarcar em eventos que vos permitam estar em contacto com profissionais ligados a áreas que vos interessem. Não que tenha a ver com carreira, mas também não quebrem os laços com os vossos amigos. São uma importante rede de apoio para o der e vier.

    Quando conhecerem alguém pela primeira vez, apresentem-se de forma a serem recordados com graça, elegância e segurança. Ajuda se o vosso nome for invulgar, mas a postura e o cuidado com as palavras têm o mesmo peso. Cuidado porém. É mais fácil cair em desgraça do que em graça. E mais difícil cair em graça do que a ter. Ser engraçado e mostrar bom humor é fundamental, mas sem cair do ordinário ou ridículo. Também é fácil passar por aborrecido e desinteressante. Basta que se concentrem demasiado no que as pessoas estão ou vão pensar sobre vocês. Relaxem, sejam iguais a quem são e reajam em consequência àquilo que vos é dado como estímulo.

    Não gostaria de entrar na vida pessoal e, muito menos, sexual de cada um, mas vejo-me obrigada a chamar a atenção para a promiscuidade que podemos observar em todo o lado. Não favorece a carreira de ninguém envolver-se com alguém influente, independentemente do tipo e grau de influência que possam ter. Ainda que as relações que vamos travando tendam a ficar num círculo mais ou menos fechado sobre a actividade profissional que exercemos, não é por isso que se justifica o envolvimento vulgar com colegas, chefes, ou outros, potencias, actuais ou do passado. O cuidado com este aspecto é crucial para a imagem que queremos passar de nós enquanto profissinais.

    Por último, o aspecto mais importante do networking: a imagem. Esta refere-se não só ao aspecto físico de cada um, como ao perfil que as pessoas retêm sobre a nossa abordagem, trabalho ou vida pessoal. Ainda que não queiramos assumir, a diferença entre um contacto fracassado e um de sucesso pode residir exactamente neste aspecto. A forma como nos apresentamos fisicamente deve ser simples, para a maioria dos casos, simples mas cuidada, mas essencialmente limpa. As exuberâncias podem demonstrar-se através das cores, formas e até marcas das roupas ou acessórios que decidimos usar. Seja qual for o nosso estilo, não deve ser esse o aspecto pelo qual queremos ser lembrados, a menos que a nossa actividade profissinal se relacione com moda ou design. O perfil que as pessoas cronstróem sobre nós começa no momento do primeiro contacto com o nosso nome e/ou com a nossa pessoa. Assim, é necessário cuidar para que as recordações a nós associadas tenham a ver com o nosso trabalho, ou postura profissional, mas sempre de forma positiva. Sendo que a esmagadora maioria de nós não está ligada unica e exclusivamente ao mundo das artes e espectáculo ou entretenimento, existe publicidade negativa e quase nunca funciona a nosso favor.

    E, por hoje, é tudo!

    terça-feira, 24 de agosto de 2010

    Career Tips

    A base de uma boa amizade é a troca de favores. É no núcleo das relações mais próximas que conseguimos as melhores oportunidades, especialmente as profissionais.

    Apesar de parecer que estou a descrever uma base fútil e interesseira para uma relação mais vulgarment caracterizada pela confiança e altruísmo, estou de facto a referir a melhor maneira de trazer dinamismo às relações entre iguais. Senão vejamos a seguinte situação: dois indivíduos que andaram na mesma turma durante três anos, que até eram amigos, mas cuja vida os separou e levou para caminhos distantes - um tornou-se professor, o outro contabilista. Sempre mantiveram uma ténue ligação entre eles, seja pelo Facebook durante todo o ano, quer pelos aniversários respectivos a que compareciam religiosamente. Um dia, o professor pede ajuda ao contabilista por causa de uns documentos que precisava de processar e marcam um café, a conversa começa por aí mas desenrola-se rapidamente e logo o professor acaba por integrar a equipa de futebol dos amigos do contabilista, seguem-se os jantares e as conversas e os favores...
    Não significa que os amigos tenham de facilitar borlas ou descontos uns aos outros nos favores que incluam a sua actividade profissional. Simplesmente, é-lhes imputada, para além da disponibilidade, a responsabilidade de dar o seu melhor no que fizer. Apenas isso.

    Career Tips

    Já que esta publicação está a tomar moldes mais sérios e profissionais (até um carro temos!), vou começar aqui uma rúbrica dedicada a dicas sobre carreiras. Estou farta de ver licenciados e mestres sem empreendorismo ou adaptabilidade a um meio que é hostil, mas navegável.

    Aumento da rede de saneamento.




    O Esgoto de Ideias tem o prazer de anunciar que devido a populariedade e aumento da rede de saneamento, já se encontram abertas as inscrições para redactores deste vosso hiper-mega fenomelástico (seja lá o que isso quer dizer, mas é muito bom!) blog... Os futuros redactores interessados em fazer parte desta família deverão manifestar o seu interesse na secçao de comentários desta mesma publicação. Esgoto de Ideias, onde as ideias fluem... como merda!

    cump,
    FT

    Verde, amarelo e vermelho!





    Porque carga de água teêm os semáforos 3 cores distintas? Não seria mais simples existir apenas o verde e o vermelho, sendo respectivamente um para avançar e o outro para parar? Que faz lá o raio do amarelo, que só serve para acelarar quando este acende?É que acabamos sempre por ser abordados por um carro de luzes de neon azuis e um som um tanto ao quanto mixado na onda do electro-techno, tripulados, por norma, por dois tipos mal encarados a pedir documentos da viatura e carta de condução, e que acabam sempre por fazer a pergunta mais desconcebida nesta situação... "O sr. viu o que acabou de fazer?" Dá vontade de responder: "Não, vinha a mandar umas sms´s no telemovél..." (será que ficariam furiosos?) Posto isto segue-se uns 10 minutos de pausa enquanto regressam á sua viatura tunning, onde possuem computadores altamente sofisticados, que ao introduzirem os nossos dados acedem a informações vitais tal como o que comemos ao jantar, que género de filmes preferimos e ainda coisas banais como o caso de uma multa de estacionamento (ainda) não paga, multa esta mal constituída por um agente de fiscalização manhoso qualquer que no seu município apenas passa ordenações a viaturas abaixo de gama alta!(porque será?)Continuando a investigação no dito carro tunning, após todas essas informações recolhidas, voltam a abordar o condutor detentor da infracção, já com a presente ordenação constituída e referindo ainda que devemos proceder ao pagamento da ordenação pendente no sistema! Não pesquisei quanto a valores mas leva-me a querer que isto pode levar a suspensão de carta e a uma coima até 600€, e a mais 30€ pela do estacionamento, feitas as contas o estado português anda mesmo a aumentar as receitas dos seus cofres, senão reparem, enquanto estes senhores efectuaram esta operação, a viatura tunning pertencente ao estado esteve desligada, poupando gasóleo (no caso de ser os novos modelos Skoda Octavia) ou gasolina (sendo ainda os modelos topo de gama Fiat Croma), ao mesmo tempo que isto acontecia, duas gasolineiras, uma ouriversaria e um trausente apeado foram alvos de furto!Só receitas para o estado que poupou recursos que só não foram mobilizados porque alguém mandou parar uma viatura por achar que o amarelo e o vermelho num sinal luminoso à noite é igual!Compensa muito mais ganhar 630€ numa situação destas a gastar 5€ de combustível para as outras situações (penso eu) mais merecedoras destes mesmos senhores...

    cump,
    FT

    Ja temos carro de Exterior ?!!!!

    carro de exterior

    Hoje venho divulgar uma nova rubrica para o nosso blog.

    Eu montereal no estatuto de cronista com intelecto superior vou começar a fazer entrevistas…

    Vamos tentar de certa forma alcançar universos paralelos.

    Aqui quem conduz, é o entrevistado eu só preparo as perguntas.

    O entrevistado tem liberdade total de levar a entrevista a bom porto.

    Apesar de eu muito querer não vai ser tão abrangente quanto gostaria.

    Os nossos convidados serão predominante da área das artes e espectáculo.

    Como isto é um blog Low Cost de carácter diverso e inúmeras idéias de momento não vai haver datas marcadas.

    Dentro de dias será publicada a primeira entrevista.

    Espero que gostem.

    segunda-feira, 23 de agosto de 2010

    Poesia Surrealista

    “Eu andaba  a trabalhar mas quando cheguei casa a de manhá sustei-me mt.

    Vim de Zebreiros pra cima já de baixo de lume que num podia andar co fume.

    Co fume aquilo uma fumaceira enorme.

    Uma casa duma neta minha esteve em prigos de vida acolá em pombal.

    Isto é um pédedemonio.

    Agress, talbes seja os balõezz..

    Sao os balões porque eu estava em Gondomar, onde vi centenas e centenas de balõez saire pro ar.”

    in bloopers, TVI

    Uma Adega Porquê ???

    adega

    Na minha procura incessante de ser um melhor poço de informação inútil decidi aliar-me numa cruzada de ideias com o Filipe Teixeira.

    Assim começou o anteriormente mencionado tempo de bricolage. A pergunta do dia foi: "Porquê uma adega como fundo de imagem do blog?"

    Resposta menos fácil é que publico neste texto.

    Após não muitas mas várias horas a percorrer o esgoto deparamos com uma saída do esgoto para uma adega em pedra… Plim!!! mais uma ideia…

    Fiquem vocês a saber que adega passa a simbolizar o o arquivo da :

    Mistura fina de coisas que nos vêm à cabeça, envolvido por situações reais e com um pequeno toque de nada que se aproveite...

    Nada mais nada menos que a possibilidade de se vir a criar um verdadeiro “Vintage” de ideias de merda.

    E FESTA Hein ???!!!

    Poesia Moderna

    Espero num ser crucificado nem empalado e outras coisas acabadas em “ado”.

    Decidi publicar poesia Contemporânea de um amigo meu.

    Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

    podemos

    podemos olhar o filósofo e concluir que ele é
    uma cenoura a precisar de coelho
    um galo a precisar de arroz

    mas do outro lado
    um láparo lunático apressa-se a desenhar felinidades
    na paisagem seca e adormecida do galinheiro


    podemos fazer de conta
    que não vemos o perigo gratuito da vaidade
    oportuna e quase histérica
    da alternativa número dois


    podemos olhar o filósofo e concluir que ele é
    uma toalha a precisar de lixívia
    um penico a precisar de cu


    mas do outro lado
    há um trapezista de olhar estudado
    a forçar a porta do circo


    quem ousará fingir que não vê?

    Publicada por Nelson Ferraz em 18:31 0 comentários

    in "Maia Hoje", 23.07.2010 http://acordortopedico.blogspot.com

    Amizade, alguém me diz o que é?




    (Para melhor compreensão, esta publicação deve ser lida durante a audição do video em cima publicado)


    O que é a amizade? Perguntei a mim mesmo, questionei o meu subconsciente, várias respostas me surgiram, inclusivamente até pesquisa na web fiz, e num aproveitar de tudo isso, resumi ao mais importante que o meu diminuído cérebro assimilou...

    Quando defendemos os nossos amigos, justificamos a nossa amizade.A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro.A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha, mais preciosa.A amizade perfeita apenas pode existir entre os bons.Não se pode ir longe na amizade sem se estar disposto a perdoar os pequenos defeitos um ao outro.Nenhum gesto de amizade, por muito insignificante que seja, é desperdiçado.A amizade não se procura, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se (é uma virtude).As ligações de amizade são mais fortes que as do sangue da família.A amizade de um único ser humano inteligente é melhor do que a amizade de todos os insensatos.Um Amigo se faz rapidamente; já a amizade é um fruto que amadurece lentamente.A ave constrói o ninho; a aranha, a teia; o homem, a amizade.
    E esta vai em especial para o meu grande amigo Montereal, no qual me orgulho de dizer, que é um enorme previlégio poder contar com a sua Amizade! Entretanto deixo-vos com umas sentidas mas verdadeiras palavras de Albert Einstein:





    "Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
    Mas, enquanto houver amizade,
    Faremos as pazes de novo.

    Pode ser que um dia o tempo passe...
    Mas, se a amizade permanecer,
    Um de outro se há-de lembrar.

    Pode ser que um dia nos afastemos...
    Mas, se formos amigos de verdade,
    A amizade nos reaproximará.

    Pode ser que um dia não mais existamos...
    Mas, se ainda sobrar amizade,
    Nasceremos de novo, um para o outro.

    Pode ser que um dia tudo acabe...
    Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
    Cada vez de forma diferente.
    Sendo único e inesquecível cada momento
    Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

    Há duas formas para viver a sua vida:
    Uma é acreditar que não existe milagre.
    A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre."

    Albert Einstein



    cump,
    FT

    Mas que grande confusão...




    Hoje falar-vos-ei sobre um assunto que a meu ver, está cimentado e com uma gestão bastante profissional e minuciosa, o ordenamento do território! E perguntam vocês, o que raio é essa bosta?

    O ordenamento do território é, fundamentalmente, a gestão da interacção homem/espaço natural. Consiste no planeamento das ocupações, no potenciar do aproveitamento das infra-estruturas existentes e no assegurar da preservação de recursos limitados.

    Os diferentes planos, para serem eficazes, têm que ser enquadráveis a diversas escalas de análise, dependendo a efectividade de todos eles da coerência dos restantes. Um plano nacional de ordenamento do território tem que se basear na lógica dos planos das diferentes regiões; estes, por sua vez, têm por base planos municipais que definem o uso dos solos e estabelecem princípios para a gestão das cidades e das aldeias do local; os aglomerados deverão ser organizados por planos operativos que regulem e ordenem a sua estrutura construída, os seus edifícios, e que definam coerências para a localização das diferentes funções que neles coexistem – a indústria, o comércio, a habitação ou a agricultura. São os Planos de Urbanização, os de Pormenor ou de Salvaguarda que, e mais uma vez a escalas diversas, delimitam e desenham as malhas que estruturam e definem a urbe.

    É a interacção destas escalas que permite a determinação de estratégias de planeamento coerentes: a definição de princípios para o uso de um certo recurso a uma escala maior condiciona os planos que dele dependem; no entanto, a possibilidade de compreender com a devida profundidade as questões que a gestão desse recurso levanta só poderá ser aferida a escalas menores; e como estabelecer prioridades sem compreender as dinâmicas existentes no terreno? Como tentar definir opções sem conhecer a realidade das populações?

    O planeamento tem que ser pensado compreendendo a estrutura das ocupações humanas: a sua diversidade, as suas inter-relações e interacções e a complexidade das razões que justificam cada uma delas.

    São diversos os tipos de ocupação do homem no território; são diferentes os usos impostos ao solo. São variados os aglomerados humanos resultantes, diferentes em dimensão e em características, justificando-se e sendo ao mesmo tempo razão das utilizações que se estabelecem no território. Funções como a agricultura ou a indústria, o comércio ou os serviços encontram no tipo de aglomerado os argumentos para o seu estabelecimento, moldando e transformando a forma destes, estabelecendo relações de cumplicidade. São modos de ocupar o território, distintos nos seus conceitos e finalidades, que se complementam, sustentando a colonização humana. Os aglomerados humanos, sendo todos eles diversos e complexos nas suas razões, relacionam-se e justificam entre si a forma que o homem encontrou para se estabelecer, ocupar e usar os recursos da natureza.

    É necessário compreender que uma vila não é uma cidade em ponto pequeno, assim como uma aldeia não é somente um pequeno aglomerado, mas sim um povoamento do espaço com um tipo de vivência próprio que o caracteriza e justifica.

    As diferenças entre a urbanidade e a ruralidade advêm de culturas diversas, de razões completamente dissemelhantes de ocupar e usar o território, de onde resultam formas de vida singulares.

    A estrutura de uma cidade justifica-se pelas actividades que nela ocorrem, pela sua forma, pela maneira como se organizam e se estabelecem.

    Numa urbe gerem-se funções com características próprias: habitação, numa larga escala, interrelacionada com o comércio e com os serviços; indústrias articuladas com a cidade.

    A malha urbana é o reflexo dessa forma de organizar o espaço: grandes vias de circulação, que ligam os lugares e que relacionam as diferentes funções, articuladas com locais de estar, praças e pracetas que sustentam uma vivência de lazer; bairros, prédios e quarteirões que organizam a lógica da habitação na estrutura; elementos que definem um desenho característico de que resulta, consequentemente, uma forma de ocupar o território e de organizar os usos do solo.

    As aldeias definem-se a uma escala diferente. Menores em dimensão e em concentração, regulam-se por uma maior proximidade da natureza da qual dependem. A agricultura é, geralmente, a base económica que fundamenta a forma do aglomerado, não se articulando no meio rural as forças complexas que determinam a estrutura urbana. A habitação dispersa-se, sendo naturalmente constituída por casas isoladas, unifamiliares, com terreno sobrante, e por pátios e quintais que são utilizados como complemento à actividade agrícola de maior escala.

    Dificilmente se pode falar de uma malha rural, as aldeias são definidas pela articulação de eixos mais ou menos numerosos e complexos que correspondem aos espaços definidos pelos limites das propriedades particulares.

    As pracetas são os lugares sobrantes, raramente definidos de forma regular, dificilmente desenham excepções assinaláveis no conjunto, pontos notáveis, como acontece nas cidades.

    Estas diferentes formas de estruturar a ocupação do espaço resultam de utilizações e de princípios diversos de agir no território. São vivências e maneiras de fazer características e singulares.

    A urbanidade está profunda e sistematicamente estudada. Das formas construídas à estrutura urbana, da economia aos aspectos sociais, as cidades foram analisadas nas suas razões, princípios e vivências.

    O planeamento urbano e o urbanismo regem-se por princípios resultantes dessa sistematização; a própria arquitectura baseia as suas formas e a gestão das funções dos edifícios em desenhos claramente urbanos.

    E as aldeias? E os aglomerados rurais? E o espaço rural? Não existe uma sistematização do planeamento rural ou do ruralismo; apenas alguns tratados (Tratado de Granada), algumas verificações mais ou menos empíricas, alguns estudos das características das formas construídas de determinada aldeia. É urgente, se se pretende de facto salvar as aldeias, que se sistematize esse conhecimento, que se analise profundamente a realidade rural de forma a que se possam, com coerência, desenvolver princípios de acção que se enquadrem no contexto das aldeias e que possibilitem de facto um desenvolvimento baseado no seu conhecimento. É necessário estabelecer as bases do ruralismo e do planeamento rural enquanto disciplina.

    Os aglomerados rurais do concelho de Aguiar da Beira são, com o conjunto das aldeias do país, parte da memória da maneira de viver do nosso povo. Uma herança construída que faz parte da nossa cultura, que fornece dados fundamentais para as razões do nosso modo de vida actual. Um documento antropológico, étnico e sociológico, uma justificação de nós. É um património que interessa preservar.

    Se só culturalmente a preservação dos aglomerados rurais já é justificável, é no ordenamento territorial que a sua reabilitação tem razões mais imediatas e concretas.

    Há que dignificar as aldeias. Mais do que pitorescos aglomerados para visitar ou elementos essenciais do nosso património cultural, justificação da nossa forma de ser, a ruralidade é um factor fundamental para o ordenamento do território, para a gestão do nosso espaço natural e construído. É necessário preservá-las e compreender as vias para o seu desenvolvimento de forma a renovar a sua razão de existir sem alterar a sua identidade.

    É necessário potenciar os aglomerados rurais de forma a que estes ganhem de novo razão existencial, para que consigam prender a sua população residente e se desenvolvam harmoniosamente no contexto nacional, conseguindo-se, em última análise, uma diminuição da pressão populacional nos grandes centros, contribuindo para a facilitação da sua organização e qualificação da vida das suas populações.

    Só se conseguem desenvolver as aldeias estudando-as, analisando-as e inserindo-as como realidades autónomas na problemática do planeamento.

    Saber quais as realidades económicas, sociais e culturais destes aglomerados; perceber quais os modelos das suas estruturas de organização espacial e as pressões neles exercidas; compreender as formas arquitectónicas e os seus significados formais e culturais.

    Só então será possível encontrar formas de desenvolver as aldeias e compreender as necessidades de maneira a dar-lhes razões económicas e sociais que viabilizem a sua existência.

    Há que compreender os aglomerados rurais e entender o seu papel no ordenamento territorial do país; há que aplicar esse conhecimento nos PDM's e PROT's de forma coerente e eficaz, deixando de tentar salvar as aldeias com medidas desenquadradas e baseadas em análises rápidas e sem profundidade. Há que construir uma disciplina autónoma para o estudo destes aglomerados, à imagem do urbanismo, integrando-a nas problemáticas do planeamento, em suma, há que desenvolver o ruralismo.

    Pode falar-se de uma cadeia de aglomerados de dimensões e características diversas que se apoiam e complementam, mantendo uma identidade própria e autónoma. É uma ocupação do território fundada numa diversidade de conjuntos humanos que interagem formando uma estrutura que se baseia na interdependência entre todos.

    As transformações socio-económicas e tecnológicas da civilização nas últimas décadas modificaram as necessidades e a estrutura organizativa da sociedade. Estas alterações vivenciais reflectiram-se na organização regional, nomeadamente, ao nível da sobrevalorização dos grandes aglomerados em detrimento dos pequenos.

    As aldeias que sobreviviam baseadas nos rendimentos do sector primário viram esvaziada a sua razão de ser económica com a industrialização da agricultura e a crescente importância do comércio e dos serviços.

    Sem uma plataforma económica de suporte que os justificasse, os aglomerados rurais perderam a sua vitalidade social, verificando-se um êxodo da sua população residente para os centros urbanos económica e socialmente atractivos ou para o estrangeiro - a região de Aguiar da Beira regista um dos mais elevados índices de emigração do país.

    Quando o aumento constante do número de habitantes das grandes cidades torna extremamente difícil a qualificação de vida das suas populações e impossibilita uma gestão urbana equilibrada; quando todas as pessoas preocupadas com assuntos relacionados com o ordenamento concordam que é problemática a pressão exercida nos grandes aglomerados por estes fluxos de população; quando o planeamento regional e local dá os primeiros passos no nosso país estabelecendo regras para a ocupação do espaço; é quase contraditório que as aldeias continuem a ser consideradas como elemento acessório desta problemática e não como factor fundamental para o equilíbrio e gestão deste ordenamento.

    É por isso fundamental, ao pensar a problemática do planeamento e do ordenamento, compreender a importância de cada uma das ocupações humanas, de cada um dos aglomerados, entender que alterações à lógica de um desses elementos, à sua importância ou à sua dimensão, influenciará e desequilibrará a estrutura que é o ordenamento do território.

    Se pensarmos que cada região, cada local, cada povoação tem características próprias, identificáveis e analisáveis, realidades e necessidades diferentes que variam substancialmente com o contexto onde se inserem, podemos concluir que cada sítio terá que ser estudado como entidade autónoma. Contextualizando essa análise na lógica das ocupações do território para se poderem compreender os motivos e as regras da sua estrutura.

    A análise das dinâmicas de crescimento dos aglomerados, da gestão dos recursos naturais, da relação das actividades produtivas com o ambiente, é fundamental para o conhecimento das ocupações humanas de cada local.

    Este estudo dos diferentes elementos que constituem a estrutura, que são as ocupações humanas de uma região, é necessário para o seu entendimento, para a compreensão das suas razões mais profundas, das suas interrelações. Só com este conhecimento se poderá entender o ordenamento de cada região, de cada local, de cada aglomerado.

    O fundamento do planeamento territorial é a gestão dos recursos, ordenando e estabelecendo regras para as ocupações, sempre com o objectivo último de qualificar a vida das populações. Trata-se de revalorizar ou de preservar o património natural, construído ou cultural, de prever e de ordenar as transformações e as dinâmicas dos aglomerados, de estabelecer o equilíbrio necessário a uma evolução sustentada para as ocupações humanas.

    Cada passo dado no sentido da preservação do ambiente natural, histórico, arquitectónico ou cultural, quer seja no sentido estrito do conservadorismo ou simplesmente baseado em premissas de gestão de território e de recursos, tem que, para que possa ser correctamente implementado, ser aceite pelas populações que pretende servir ou que, de outro ponto de vista, são por essas medidas reguladas e condicionadas.

    É importante que as populações se envolvam no planeamento dos seus locais e regiões, que compreendam as medidas que tendem ao ordenamento do seu território e que em tudo isto colaborem activamente.

    Para isso é necessário que quem decide destas políticas compreenda profundamente os locais onde intervirá, as suas populações, as suas tradições, a sua cultura e as suas formas de vida e que as use como mola para o seu desenvolvimento.

    Obviamente, tratam-se de problemas complexos que só poderão ser convenientemente compreendidos se estudados profunda e pluridisciplinarmente. Muitos e diversificados factores contribuem para justificar a vivência das populações e a sua forma de ocupar e usar o território, é necessário percebê-los e compreender as suas influências na lógica do ordenamento: a economia e a gestão, a geografia e a geologia, a sociologia e a etnografia, a arquitectura e o urbanismo são alguns dos muitos saberes que deverão contribuir para a definição de princípios de ordenamento coerentes e inscritos na realidade da região.

    Este é um processo dinâmico onde as premissas evoluem e se transformam, obrigando a reavaliações constantes, verificações necessárias, muitas vezes, devido a modificações efectuadas em consequência das próprias medidas de planeamento para o território.

    Só assim se conseguirá o objectivo de gerir de forma qualificada o território em que vivemos, tirando o partido máximo das suas potencialidades, usando os seus recursos sem os extinguir, na consciência que a terra em que vivemos, o seu ambiente, a sua natureza são, fundamentalmente, património das gerações vindouras.

    Posto isto, pergunto-vos eu:

    Que caralho disto tudo que acabei de referir se pode constatar no nosso singelo mas belo país?

    Cump,
    FT

    Férias e remodelações... (quem muda, Deus ajuda!)

      mexicobrico

    O esgoto foi de férias, e com a redacção a trabalhar apenas a 200% (sim, porque habitualmente é 500%) decidimos aproveitar para "arrumar" a casa, mudar os candeeiros, comprar mobília usada (mas como nova), e dar uma de mão neste vosso magnífico blog, onde as ideias fluem, como merda! Boas férias, muitas diarreias e acima de tudo, VIVAM!

    cump, FT

    domingo, 22 de agosto de 2010

    Bombeiros com Luto ou sem Luto…

    ?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!

    bombeiros

    Como vocês bem sabem tenho por hábito só falar nas coisas depois de elas rescaldarem, assim “po caso” de inflamarem num voltam a pegar fogo.

    Então decidi Completar ou Argumentar o texto do meu sócio.

    Num é que num concorde com ele mas…Escolhi a imagem acima por uma razão especial. As nossas corporações pararam no tempo, a poucos dias quando houve aqueles incêndios todos fui fazer companhia a um bombeiro que ficou abandonado num posto com um tanque sem agua e pouco gasóleo, e aqui d'el rei que num podia abandonar. Expliquem-me que estratégia é esta.

    Dias mais tarde estava a ver umas fotos do mesmo incêndio e deparei-me com esta situação: E veículos pós ano 2000 não? Estava assistir a um filme de Bombeiros do século Passado. E falamos mais ou menos de 10 a 13 corporações.

    Este verão um machado de pau, um capacete de latão, Um homem rústico(rural,bronco,estúpido)… num cinema perto de si. Sim já para não falar de comandantes retrógrados que só aceitam mulheres com determinadas condições, que despensam excelentes profissionais, que chegam a sustentar famílias dentro do quartel (tipo vila meã com 13 pessoas da mesma família um autêntico mas não único legado cultural)

    Ou o maior da “prociv” dizer que o primeiro ano de mandato correu muito bem, esqueceu-se foi de mencionar que nesse ano choveu a rodos. O flagelo é o mesmo todos anos enquanto se permitir que se gere dinheiro a volta dos incêndios.

    E é com algum pesar que publico isto, que apelo por cidadãos mais activos para com as suas corporações, um dia podem precisar.

    FESTA AQUELES SOLDADOS DA PAZ QUE SÃO RESPEITAVEIS E PROCURAM FAZER POR UM MUNDO MELHOR.